Para este estudo falamos com 300 pais, classes ABC, 18-45 anos, casados, solteiros e divorciados. O documentário produzido tem a intenção de apresentar alguns desses pais, revelando o início dessa movimentação de papéis e transformação da identidade masculina e paterna.
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domingo, 9 de agosto de 2015
Pais Rehab
Pais Rehab teve como principal objetivo discutir novos paradigmas da realidade masculina no papel de pai, que vem sofrendo constantes transformações como consequência do crescente poder feminino, e se reabilitando em papéis mais proprietários e relevantes.
Para este estudo falamos com 300 pais, classes ABC, 18-45 anos, casados, solteiros e divorciados. O documentário produzido tem a intenção de apresentar alguns desses pais, revelando o início dessa movimentação de papéis e transformação da identidade masculina e paterna.
Para este estudo falamos com 300 pais, classes ABC, 18-45 anos, casados, solteiros e divorciados. O documentário produzido tem a intenção de apresentar alguns desses pais, revelando o início dessa movimentação de papéis e transformação da identidade masculina e paterna.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Mensageiras da Luz, Parteiras da Amazônia - Parteiras do Amapá (Vídeo)
Documentário de Evaldo Morcazel (2003) sobre o cotidiano das parteiras do Amapá, abordando temas como miscigenação, religiosidade, ecologia, técnicas de parto e muito mais. Um importante retrato da ação e importância destas mulheres na Amazônia, a muitas gerações. São donas-de-casa, pescadoras, agricultoras e extrativistas de castanha, que deixam seus lares para auxiliar as parturientes a dar à luz. Recebem como pagamento um pouco de milho ou outro cereal, uma galinha caipira ou até mesmo uma pequena quantia que pode variar de R$10 a R$40. Mas muitas se recusam a receber qualquer tipo de pagamento, pois acreditam terem sido escolhidas por deus para a arte de "puxar barriga" e "pegar menino". O documentário entrevista mulheres de comunidades indígenas do Oiapoque, no norte do Estado, em povoados caboclos, também na comunidade negra de Cariaú, antigo quilombo na periferia de Macapá, e ainda no arquipélago de Bailique, na foz do rio Amazonas. Como são as técnicas tradicionais de cada uma dessas comunidades? Como são as rezas, preces, simpatias e cantorias religiosas? Quias medicamentos, ervas e unguentos são utilizados nessas regiões e em outros povoados do Amapá?
fonte: www.meucinemabrasileiro.com
**Pesquisas recentes indicam que mais de 900 parteiras trabalham no Amapá. É o estado em que ocorre a maior quantidade de partos normais no Brasil. Cerca de 88% dos nascimentos são feitos deste modo.**
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O filme "O Renascimento do Parto"
Lançamento do longa metragem (90 minutos) em março de 2012! Enquanto isso, aguardamos ansiosas....
O filme "O Renascimento do Parto" retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência. Tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados "hormônios do amor", liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto.
Com a participação especial do cientista Michel Odent, do ator e diretor de cinema Márcio Garcia, que no início pensei: "O que é que esse cara tá fazendo aí...?", mas ao ouvir a sua esposa falar, a nutricionista Andréa Santa Rosa, me emocionei.
sábado, 23 de julho de 2011
Documentário As Parteiras do Amazonas
Por trás da exótica cortina da floresta amazônica, de seu isolamento geográfico e social do resto do Brasil e de seus serviços médicos básicos, existem comunidades que mantêm a tradição das parteiras. Superando circunstâncias absurdas, elas conseguiram prolongar a vida da população da Amazônia graças às suas memórias ancestrais e seus conhecimentos sobre um dos maiores mistérios da vida: dar à luz. Guardiãs solitárias da vasta cultura oral amazônica, sua memória ancestral vai desde a preservação de preciosos remédios da floresta para doenças físicas até preces, contos e lendas, reais a imaginários, que oferecem consolo e aceitação a uma população vibrante, porém totalmente ignorante e isolada. E, é claro, elas também fazem partos. Muitos partos. No estado brasileiro do Acre, Dona Ida, de 93 anos, lembra-se, “Eu tinha 15 anos quando “aparei” uma criança pela primeira vez. Ele nasceu ao contrário. Deus me ajudou e eu consegui fazer o parto”. Ela não é uma exceção. O Ministro da Saúde do Brasil estima que hoje 60.000 parteiras tradicionais prestem serviços em todo o país, particularmente nas regiões norte e nordeste do Brasil. O documentário apresenta a história dessas mulheres dedicadas que recebem as novas vidas e confrontam a morte armadas com seus conhecimentos ancestrais que humildemente descrevem como “um presente de Deus”.
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